Não Queremos um Governo de Esquerda em Portugal

Perderam nas urnas e querem ganhar na secretaria.

Sobre Nós

No final de 2015 e após as eleições legislativas das quais a coligação PAF saiu vencedora houve uma crescente pressão por parte dos partidos da esquerda radical e não democrática sobre o Partido Socialista para que, em conjunto, formassem uma solução governativa em que participarão, portanto, as forças políticas do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português. Em bom português para em jogadas de secretaria tomarem o poder de assalto, visto que os três partidos perderam as eleições.

Consideramos esse cenário um enorme retrocesso democrático passível de colocar em sério risco as liberdades, garantias e valores da República Portuguesa, pois incorporara forças políticas que pretendem ajustar contas com a História, nomeadamente com o desfecho do Golpe Militar de 25 de Novembro de 1975.

O PCP e o BE são partidos cujos membros não se revêm politicamente na democracia ocidental nem nas alianças e organismos internacionais dos quais faz Portugal parte, consistindo uma sua governação um risco de isolamento internacional da República.

O povo português não deu, nas últimas eleições legislativas, qualquer mandato, explícito ou tácito, para que estas forças políticas fizessem parte do Governo da República, pelo que a tentativa por parte das suas lideranças em o obter em secretaria roça perigosamente o conceito de golpe palaciano com vista à obtenção do poder executivo do país.

Dizemos, portanto, não a uma solução governativa que abrace o radicalismo político ao incluir o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português, pelo que este site é um grito de revolta contra o assalto ao poder que foi feito no final de 2015.

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