UM POVO QUE NÃO SE GOVERNA NEM SE DEIXA GOVERNAR

UM POVO QUE NÃO SE GOVERNA NEM SE DEIXA GOVERNAR

Existe uma lenda segundo a qual um imperador romano teria desabafado dizendo que havia nos confins da Ibéria “um povo estranho que não se governa nem se deixa governar”, deixando gravado numa pedra aquela que seria uma das principais características do povo português.

Viriato ficou para a história como símbolo disto mesmo, sendo um guerreiro lusitano que se recusava a aceitar o domínio estrangeiro, mas que também nunca conseguiu governar o território. Depois dele, apareceria Afonso Henriques ao fim de 1000 anos que o tornaria independente, mas ficariam sempre as tais caracteristicas de um povo desgovernado que subsiste até hoje bastante endividado pedindo emprestado quando não tem dinheiro mas vive sempre acima de suas posses, gastando mais do que produz.


Esta é uma realidade do povo português que é também o mais grevista do mundo como se fosse rico e vivesse de seus próprios rendimentos sem precisar de trabalhar. É de facto um “povo estranho” como dizia o tal general romano e também um outro general francês no tempo das invasões napoleónicas.

Agora são os Sindicatos que o dominam num regime ‘democrático’ onde se exige mais do que o país pode dar e este se torna num barco à deriva que a qualquer momento pode afundar. O povo porém vai reclamando seus direitos de uma vida próspera que os politicos prometem sempre nas eleições mas nunca cumprem pela falta de recursos de um país que faz greves atrás de greves (em 2018 foram mais de 500), estando marcadas 116 desde Janeiro de 2019 prevendo-se muitas mais que no ano anterior.

E assim vai Portugal…